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"Maravilha de Cáos"!!!!, Rio de Janeiro, Brazil
Um Ser em construção,em constante Mutação!!! Ainda por demais imperfeito...Cheio de defeitos !!!

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

"Desejo-lhe o suficiente"...

Quando encontramos algum conhecido que não víamos a algum tempo , quando parabenizamos amigos , parentes , casais , famílias , enfim pessoas que estimamos (quando o sentimento é sincero , vem do coração e não existe hipocrisia nas palavras que saem de nossas bocas ) , costumamos desejar e fazer votos de ..."tudo de bom" , "muitas felicidades" , condicionados que estamos a nossa civilização e cultura hedonista! 
Todavia , mesmo ainda adolescente , já me questionava intimamente ... SERA QUE O "TUDO DE BOM " 
(DEVE SER ALGO COMO A HISTERIA) , "MUITAS FELICIDADES" , "MUITA SAÚDE , DINHEIRO E PAZ" TRADICIONALMENTE DITO AUTOMATICAMENTE TODO FINS DE ANOS E NÔS ANIVERSÁRIOS NATALÍCIOS ; SERA REALMENTE UMA FELICIDADE SEM LIMITES ,  GRANA "A RODO" , SAÚDE "PARA DAR E VENDER" , SERA QUE ISSO REALMENTE SERIA O MELHOR PARA A PESSOA OU MESMO PARA NÔS  PENSANDO COMO UM SER HUMANO AINDA EM EVOLUÇÃO???!
OK... JÁ SEI O QUE VC ESTA PENSANDO POR AQUI ...." QUE PAPO BAIXO ASTRAL , MÓRBIDO E PRENHE DE MASOQUISMO"... MAS TE CONVIDO AO SEGUINTE RACIOCÍNIO ... 
VOCÊ QUE AGORA ESTA CHEGANDO A CASA DOS +- 40 E POUCO .... OS MOMENTOS EM QUE VC RECONHECE QUE AMADURECEU E ESTAVA EM PAZ COM SUA CONSCIÊNCIA , FORAM NÔS MOMENTOS DE ALEGRIA HISTÉRICA OU FORAM NÔS MOMENTOS DE REFLEXÃO ???!!!
 NÃO SE TRATA DE MASOQUISMO , MUITO MENOS DE ATRAÇÃO MÓRBIDA AO SOFRIMENTO , MAIS CONFESSO QUE ESSA CULTURA MATERIALISTA , DA MÍDIA E DA SOCIEDADE CONSUMISTA AO HEDONISMO , A BUSCA PELO PRAZER TOTAL ME INCOMODA!!! MUITO !!! 
Então navegando encontrei este belo texto que posto a seguir te desejando ..... 

"O SUFICIENTE" !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!...
"Recentemente, ouvi uma mãe e sua filha em seus últimos momentos juntos no aeroporto, quando a partida da filha tinha sido anunciada. De pé perto do portão de segurança, elas se abraçaram e a mãe disse "Eu te amo e te desejo o suficiente." A filha respondeu: "Mãe, nossas vidas juntas tem sido mais do que suficiente. Seu amor é tudo que eu sempre precisei. Desejo-lhe suficiente, também, mãe." Elas se beijaram e a filha partiu.

A mãe foi até a janela onde eu estava sentado. Parado ali, eu podia ver que ela queria e precisava chorar. Tentei não me intrometer em sua privacidade, mas ela me acolheu perguntando: "Você já disse adeus a alguém sabendo que seria para sempre?" "Sim, já", eu respondi. "Perdoe-me por perguntar, mas por que isso é um adeus para sempre?" "Bom, eu estou velha e ela mora tão longe. Tenho desafios pela frente e a realidade é que a próxima viagem de volta será para o meu funeral", disse ela.

Quando você estava se despedindo, eu ouvi você dizer: " Desejo-lhe o suficiente." Posso perguntar o que isso significa? "

Ela começou a sorrir.

"É um desejo que tem sido passado de outras gerações. Meus pais costumavam dizer isso para todo mundo."

Ela fez uma pausa e olhou para cima como se estivesse tentando se lembrar em detalhes e sorriu mais ainda.

Quando dizemos "Desejo o suficiente" estamos desejando à outra pessoa que tenha uma vida cheia de coisas boas o suficiente para sustentá-las ". Em seguida, voltando-se para mim, ela compartilhou o seguinte, recitando-lo da memória:

Desejo-lhe sol o suficiente, para manter suas atitudes brilhantes.

Desejo-lhe chuva o suficiente, para apreciar o sol mais ainda.

Desejo-lhe felicidade o suficiente, para manter seu espírito vivo.

Desejo-lhe pequenas dores o suficiente, para que as menores alegrias na vida pareçam muito maiores.

Desejo-lhe que ganhe o suficiente para satisfazer seus desejos.

Desejo-lhe que perca o suficiente, para apreciar tudo que possui.

Desejo-lhe que tenha "olá" o suficiente te acompanhando até o seu último adeus. "

Ela, então, começou a chorar e foi embora.

Dizem que levamos um minuto para encontrar uma pessoa especial. Uma hora para apreciá-las. Um dia para amá-las. E uma vida inteira para esquecê-las."

- Autor desconhecido

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segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

O casulo e a borboleta...............................(E nossos entes amados!)


Compartilhei essa imagem no dia 5 de dezembro de 2012 em minha pagina do Facebook 

( (Link da postagem original no Facebook ; click aqui) ) 


por ocasião da morte do Oscar Niemayer receoso de quem visse esta imagem não entendesse o que eu queria transmitir ...

Achava que um dia encontraria um texto expressasse em palavras o que no olhar eu queria passar ...
Serve para mim e para quem diz que "perdeu" um ente amado ...
Quer saber um segredo???
Que ofensa vc EUFEMISTICAMENTE SUBESTIMAR O AMOR DE DEUS !!!
NÃO PERDEU !!!!
A MORTE É UM ENGODO ...
UMA MENTIRA !!!


Segue o texto que sabia que um dia chegaria ate mim !!!

"Dizemos que uma pessoa é como o casulo de uma borboleta. O casulo é o que ela vê no espelho. É apenas uma morada temporária do ser imortal.
Quando esse casulo fica muito danificado, o ser o abandona.
É como a borboleta que se liberta do casulo.
Deixar o ser amado partir sereno, só é possível aos corações que amam de forma incondicional e verdadeira."

O túnel e a luz - Elisabeth Kübler
(O casulo e a borboleta)

A doutora Elisabeth Kübler-Ross, psiquiatra de origem suíça, 

especializou-se em doentes terminais.
Assistindo centenas de crianças que estavam morrendo, ela nos diz que devemos aprender a ouvir.
Ouvir o que a criança expressa verbalmente. E mesmo aquilo que ela transmite pela linguagem não verbal.
Crianças terminais, conta ela, sabem quando vão morrer. E precisam de algum atendimento especial. Atendimento que só o amor incondicional pode dar.
Falando de sua experiência, narra que conheceu um menino que aos nove anos se encontrava à beira da morte.
Portador de câncer, desde os 3 anos de idade, Jeffy nem conseguia mais olhar para as agulhas de injeção.
Tudo era doloroso para ele. No hospital, esperava a morte. O médico sugeriu que se iniciasse uma nova quimioterapia.
Mas o menino pediu: "quero ir para casa, hoje."
Os pais optaram por lhe satisfazer a vontade.
Quando Jeffy chegou em casa, pediu ao pai que descesse da parede da garagem a sua bicicleta.
Durante muito tempo, seu sonho tinha sido andar de bicicleta. O pai a comprou, mas por causa da doença ele nunca pode andar.
A dificuldade era imensa, até mesmo para se manter em pé, então Jeffy pedalou a bicicleta com o amparo das rodinhas auxiliares.
Disse que iria dar uma volta no quarteirão e que ninguém o segurasse. Ele desejava fazer aquilo sozinho.
A médica que o acompanhava, a mãe e o pai ficaram ali, um segurando o outro. A vontade era de segui-lo.
Ele era uma criança muito vulnerável. Poderia cair, se machucar, sangrar.
Ele se foi. Uma eternidade depois, ele voltou, o homem mais orgulhoso que se possa ter visto um dia.
Sorria de orelha a orelha. Parecia ter ganho a medalha de ouro nas olimpíadas.
Sereno, pediu ao pai que retirasse as rodinhas auxiliares e levasse a bicicleta para seu quarto. E quando seu irmão chegasse, era para ele subir para falar com ele.
Queria falar com o irmão a sós. Tudo aconteceu como ele pediu.
Ao descer, o irmão recusou-se a dizer aos pais o que haviam conversado.
Uma semana depois, Jeffy morreu. E, na semana seguinte, era o aniversário do irmão. Foi aí que o menino contou o que tinha acontecido naquele dia.
Jeffy dissera a ele que queria ter o prazer de lhe dar pessoalmente sua amada bicicleta.
Mas não podia esperar mais duas semanas, até o aniversário dele, porque então já teria morrido.
Por isso, a dava agora. Entretanto, havia uma condição: que ele nunca usasse aquelas rodinhas auxiliares, próprias para crianças bem pequenas.
Quando os pais souberam de tudo, sentiram muita tristeza. Uma tristeza sem medo, sem culpa, sem lamentar.
Eles tinham a agradável lembrança do filho dando a sua volta de bicicleta pelo quarteirão.
E mais do que isso: o sorriso feliz no rosto de Jeffy, que foi capaz de conseguir sua grande vitória em algo que a maioria encara como comum.